Início Pesquisa Favoritos Entrar
← OVNIs
CASO Nº0459 Não Resolvido

Base das Lajes, 1968: o OVNI sobre o paiol de munições dos Açores

A Ilha Terceira, nos Açores, é palco de um dos relatos de OVNI mais estranhos alguma vez registados em território português. Aconteceu na madrugada de 31 de janeiro de 1968, junto à Base Aérea das Lajes, uma instalação militar de grande importância estratégica no Atlântico.

Segundo o relato, um guarda militar em serviço de vigilância terá observado um objeto oval e brilhante a pairar sobre a zona do paiol de munições. O que tornou o testemunho especialmente perturbador foi o detalhe: o guarda descreveu uma espécie de torre ou cúpula de vidro no objeto, no interior da qual julgou distinguir quatro figuras. Do aparelho partia um foco de luz direcionado ao depósito de munições.

Ao tentar reagir, apontando a sua lanterna na direção do objeto, o guarda terá sentido erguer-se do solo uma poeira ou vapor estranho, seguido de uma perda súbita de sentidos. Quando recuperou, o objeto tinha desaparecido. O episódio, ocorrido junto a uma instalação militar sensível, ganhou contornos que ultrapassam o simples avistamento à distância.

O facto de o alegado encontro se ter dado sobre um paiol de munições alimentou, ao longo dos anos, todo o tipo de especulações. Para os ufólogos, o interesse de objetos não identificados por instalações militares e nucleares é um padrão recorrente em casos por todo o mundo. Para os céticos, a fadiga, o isolamento do serviço noturno e a tensão da vigilância podem ter contribuído para uma interpretação distorcida de um fenómeno mundano.

Como em quase todos os grandes casos de OVNI, faltam provas materiais que confirmem o sucedido, e o relato assenta sobretudo no testemunho de quem o viveu. Ainda assim, o caso da Base das Lajes permanece uma das páginas mais enigmáticas da ufologia açoriana e nacional.

Tens interesse por casos OVNI em Portugal? Explora e contribui para o arquivo do Portugal Paranormal.
Marcar como útil · 0
Guardar
Denunciar

0 respostas

Ainda ninguém respondeu. Sê a primeira pessoa a comentar.